Mostrando postagens com marcador infanto-juvenil. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador infanto-juvenil. Mostrar todas as postagens

16 junho 2013

Sobre revistas, Línguas de Fogo e revisão



Provavelmente por causa da internet, seus blogs e milhares de fontes fabulosas de informação, não sou mais uma leitora voraz de revistas. Embora não as dispense caso a capa me interesse ou esteja entediada em um consultório médico, mensalmente raramente passo da minha assinatura de Galileu, dos gibis sagrados da Turma da Mônica e de uma folheada na Máxima.

Pode até parecer muito quando eu as listo aqui, mas não é nem de longe comparável ao feito na minha infância. A supracitada Turma da Mônica sempre foi presente na minha vida, mas durante um período, meu quarto sempre foi lotado de Recreios, Caprichos e qualquer outra publicação periódica infanto-juvenil que você possa achar no caixa do supermercado – conseguidas ora de bom grado, ora com algum choramingo (é impressionante como quatro ou cinco dessas revistas equivalem ao preço de um livro – geralmente graças a um brinquedinho de plástico que perde a graça depois de cinco minutos e repousará quebrado e empoeirado em uma caixa qualquer até a próxima faxina geral).