Provavelmente por causa da internet, seus blogs e milhares
de fontes fabulosas de informação, não sou mais uma leitora voraz de revistas.
Embora não as dispense caso a capa me interesse ou esteja entediada em um
consultório médico, mensalmente raramente passo da minha assinatura de Galileu, dos gibis sagrados da Turma da Mônica e de uma folheada na Máxima.
Pode até parecer muito quando eu as listo aqui, mas não é
nem de longe comparável ao feito na minha infância. A supracitada Turma da Mônica sempre foi presente na
minha vida, mas durante um período, meu quarto sempre foi lotado de Recreios, Caprichos e qualquer outra publicação periódica infanto-juvenil que
você possa achar no caixa do supermercado – conseguidas ora de bom grado, ora
com algum choramingo (é impressionante como quatro ou cinco dessas revistas
equivalem ao preço de um livro – geralmente graças a um brinquedinho de
plástico que perde a graça depois de cinco minutos e repousará quebrado e
empoeirado em uma caixa qualquer até a próxima faxina geral).