08 fevereiro 2015

Domingo preguiçoso: Writing Majors (websérie)


Como seriam os escritores clássicos caso vivessem no século XXI? A websérie Writing Majors tenta responder isso: no formato de vlog, ela mostra o cotidiano de Jane, Oscar e Emily – ou, respectivamente, Jane Austen, Oscar Wilde e Emily Dickens – estudantes de escrita criativa nos anos de hoje. A websérie ainda tem poucos episódios, mas já nos apresentou personagens novos como F.Scott Fitzgerald (o cara de O grande Gatsby) e tem bastante potencial.

06 fevereiro 2015

5 dicas de escrita de Scott Westerfeld


Vários dos meus leitores daqui do blog são escritores, e meus posts sobre a minha própria escrita vem tido um retorno bastante interessante. Mas assim como o Jon Snow, eu não sei de nada, e por isso hoje inauguro uma categoria nova: dicas de escrita de (…), na qual compilarei dicas de alguns autores que admiro e têm uma ou trinta coisas a nos ensinar. Começo hoje com Scott Westerfeld, que me apresentou a distopia com sua série Feios e também escreveu o bastante esperado e meio metalinguistico Afterworlds. Preferi explicar o que entendi das dicas com minhas próprias palavras, uma citação ou outra inclusa. As fontes estarão no final do post.

04 fevereiro 2015

A sociedade do anel (livro)


Gostar de um livro e reconhecer suas qualidades são coisas bastante diferentes – eu não gostei muito da leitura de O processo, por exemplo, mas sei que é uma grande obra. Até então também vinha fazendo isso com o queridinho de dez entre dez loucos por fantasia, Tolkien, mas talvez eu precise mudar um pouquinho esse status.

Comprei a coleção completa de O senhor dos anéis há alguns anos: graças a uma conhecida no Orkut (!!!) fiquei sabendo do maravilhoso mundo de promoções do Submarino e arrebatando a trilogia, O hobbit e o Silmarillion por um preço que antes me pareceria impossível. Desde então, foram várias a tentativas de leitura da história que eu conhecia vagamente graças aos filmes (assistidos com minha mãe na não tão saudosa época dos videocassetes – tente “rebobinar” três horas de película), nenhuma levada até o fim.

03 fevereiro 2015

The 100 (série)



Só para constar, essa é minha 300ª postagem aqui no Distopicamente, YAY!

02 fevereiro 2015

Pride (filme)


A falta de união entre os movimentos sociais é uma coisa que ao mesmo tempo que me parece culpa de ninguém, me parece culpa de todo mundo. Mesmo que o discurso seja de igualdade (e é) nunca é fácil confraternizar com o “inimigo”, com o opressor, com aquela pessoa que agora precisa de ajuda, mas em outra ocasião facilmente te desprezaria.

É nessas questões que Mark, um dos protagonistas de Pride, esbarra. O ano é 1984, e a Inglaterra sofre com um período extremamente conturbado: os mineiros ingleses sofrem nas mãos de Margaret Tatcher, a dama de ferro, que recusa-se a ceder um milímetro que seja nas revindicações desses trabalhores. A escolha, em muitas pequenas cidades dependentes da mineração, parece bem simples – ou furar a greve ou morrer de fome.

01 fevereiro 2015

Domingo preguiçoso: ilustrações de 1984


1984 é um dos principais expoentes da distopia - e, consequentemente, um dos meus livros favoritos. A poderosa obra de Orwell fala de liberdade e política como poucos conseguiram, sendo relevante até hoje - a alegoria do Grande Irmão nunca deixará de ser usada como referência na cultura pop.