A invasão da
privacidade alheia é um tema muito difícil de ser discutido em
tempos de internet. Ninguém gosta de ter sua vida fuçada por outra
pessoa, mas ao mesmo tempo, expomos tudo que há de possível nas
nossas redes sociais. O termo stalker, então se popularizou não
como um louco perseguidor que segue cada passo de seu objeto de
atenção, mas sim como um homem ou mulher normal que destrincha os
perfis online de determinada pessoa e até mesmo – Deus nos salve
disso – joga o nome dela no Google (técnica conhecida pelos
resultados infames que traz).
Em Stalker, como
há de se esperar, falamos do primeiro caso.

